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    OBSERVATÓRIO DA UNIVERSIDADE 

 

 

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Textos em destaque:

 

 

Pesquisadores de Classe Mundial: Laureados em 2018 por Clarivate Analytics

 

Clovis Pereira da Silva

 

O objetivo desta nota é divulgar para a sociedade brasileira e, em particular, para a nova administração federal que assumirá em janeiro de 2019, informações contidas no documento elaborado por Clarivate Analytics Institute for Scientific Information, contendo a relação dos pesquisadores que poderiam ser laureados com o Prêmio Nobel em 2018, relação que foi apresentada antes da divulgação, pela Fundação Nobel, dos ganhadores do Prêmio. E simultaneamente, a nota pretende alertar, a sociedade brasileira, para o efeito da grande causa que tem sido o descaso, ao longo dos anos, das administrações federais pela busca da excelência na qualidade do sistema universitário do Brasil (SNG e SNPG). Nada justifica esse descaso, exceto talvez a parvoíce.

 

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Para Salvar a Universidade Brasileira

 

Clovis Pereira da Silva

 

 

O objetivo deste texto é sugerir à nova administração federal, a ser iniciada em 1º de janeiro de 2019, que durante o hercúleo trabalho para encetar o processo de reconstrução do Brasil, elabore um amplo projeto visando à recuperação da universidade brasileira, por meio de um plano de politica universitária para país.

 

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10 anos do GOLPE do REUNI na UFRJ,

a história da implantação do programa do governo Lula-Haddad na maior universidade do país

Série Especial preparada pelo Projeto OBSUNI

 

Toque de REUNIr*

 

Luis Braga

 

O abismo que nos protege*

 

Luis Braga

 

REUNI invade de novo a pauta do CONSUNI*

 

Luis Braga

 

O PDE não é só o REUNI!*

 

Luis Braga

 

REUNI ou DESUNI ?*

 

Luis Braga

 

Vídeo sobre a aprovação do REUNI na UFRJ

 

 

 

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ENSINO PÚBLICO NO BRASIL –  MELANCÓLICO  RETRATO

 

 BORGES PEREIRA*

 

A bem da verdade é bom que se diga que, no momento atual, tanto o Ensino Básico e Fundamental quanto o Ensino Superior Públicos não nos oferecem resultados, pelos quais possamos nos orgulhar. Face às dimensões continentais do país, as características e as exigências de Mercado das Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste são bem diversas das Regiões Sul e Sudeste. Assim sendo, baseado em estatística, ouso dizer que o ensino básico e fundamental, nas regiões norte, nordeste e centro-oeste deveria ser regionalizado, com ênfase nas disciplinas de matemática e português em todo o período e profissionalizante, nos dois últimos anos do Ensino Médio. Na média, os estudantes de Escolas Públicas das regiões sul e sudeste, no ENEM, obtêm melhores resultados do que os das regiões norte, nordeste e centro-oeste. Desde que o ENEM foi implantado se constitui no principal filtro para a entrada nas Universidades Públicas. Algumas medidas podem ser tomadas pelo Governo Federal em favor das Universidades Públicas, a fim de que possam contribuir para o crescimento sustentável do país, a saber:

 

  1. Prover mais recursos, inclusive para as pesquisas;
  2. Respeitar a sua Autonomia;
  3. Fomentar a sua interação com  grandes Empresas;
  4. Aumentar a Segurança nos Campus Universitários;
  5. Combater a Doutrinação Ideológica
  6.  

Outra grande causa do atraso das Universidades brasileiras está intimamente ligada à Legislação em vigor, que as impede ou as limita de celebrar acordos com o setor privado. Por exemplo, há grandes Empresas dispostas a qualificar muitos dos seus funcionários em cursos específicos de Mestrado, oferecidos pelas Universidades Públicas.

Na verdade, a falta de vontade política dos nossos governantes vem impedindo as Universidades Públicas brasileiras de contribuírem mais eficazmente no Desenvolvimento do nosso país, o que é lamentável.

 

*(JOÃO) BORGES PEREIRA é oficial da Marinha do Brasil, engenheiro civil, professor universitário com Doutorado em Ciência Política e Estratégia Marítimas pela Escola de Guerra Naval, além de um MBA pela COPPEAD. 

 

 

 

 

A Indiferença dos Candidatos, ao Cargo de Presidente da República em 2018,

pela Proposta de uma Política Universitária para o Brasil

 

Clovis Pereira da Silva

 

            O objetivo central deste texto é denunciar à comunidade acadêmica do país e, à parte culta e bem informada da sociedade brasileira, o óbvio encontrado nos Planos de Governo dos candidatos ao cargo de Presidente da República do Brasil, na eleição de 2018, a saber, a ausência de propostas concretas e estruturantes para melhorar, em médio prazo, a qualidade do Sistema Universitário Brasileiro (SUB), que é formado pelo Sistema Nacional de Graduação (SNG) e pelo Sistema Nacional de Pós-Graduação (SNPG). Resumindo: uma proposta de criação e execução de um inteligente plano de política universitária para o Brasil.

 

            A inexistência, em seus Planos de Governo, de propostas concretas e inteligentes por parte de cada um dos candidatos legalmente aptos para concorrer, em 2018, ao cargo de Presidente da República Federativa do Brasil, nos revela a ausência de algumas qualidades que deve possuir alguém que almeja assumir o mais alto cargo na administração pública do país, que são: competência, excelente qualificação acadêmica e o preparo adequado para pensar, propor e executar mecanismos sérios e duradouros para a solução, em médio prazo, dos graves problemas que assolam o Brasil e, em particular o SUB. O pior dos cegos é a pessoa que, com visão normal, não enxerga ou não quer enxergar os problemas importantes para serem atacados com competência e inteligência e, que iniciarão o processo correto de reconstrução ou de construção do Brasil.

 

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Comentário de Leandro Nogueira

 

      Parabéns pelo texto, Prof.Clóvis Pereira da Silva! Como bem assinalado em seu post, lamentavelmente os candidatos ao próximo certame presidencial não apresentaram linhas estruturantes em seus respectivos projetos de governo, visando a implementação de uma proposta renovadora para a política universitária brasileira. Por outro lado, assessores econômicos de determinados candidatos, comentaram sobre algumas proposições que podem ir de vouchers para o ensino superior público e privado e a cobrança de mensalidade nas universidades públicas "para os que podem pagar", até à solução salomônica que prevê maiores repasses dos recursos federais para a educação básica, às expensas do que hoje vem sendo destinado à educação superior pública. Com efeito, até o presente momento a preocupação com universidades de excelência parece ausente dos desígnios estratégicos dos atuais presidenciáveis, bem como o futuro das universidades públicas desponta como algo sibilino para esses mesmos postulantes políticos.

 

 

 

 

Carta Aberta do Observatório da Universidade (OBSUNI) aos Candidatos à Presidência da República, Senado e Câmara dos Deputados Federais da República Federativa do Brasil

 

Quem ensina, quem estuda, para o quê? Sem ter a clareza sobre essas três dimensões em um processo educativo corre-se o risco de não entender o que está ocorrendo com a formação universitária dos jovens no Brasil. Mais de vinte anos após a lei de diretrizes e bases do ensino superior (LDB) e dez anos do Programa de Reestruturação da Universidade (REUNI) já se pode ter uma ideia da trajetória da universidade brasileira.

 

As universidades federais nos últimos vinte anos passaram por um reforma não declarada, imposta por medidas fatiadas. Embora a motivação fosse justa – inclusão e ampliação do número de vagas para a faixa etária 18-24 anos – os meios e as estratégias para alcançá-la foram inadequados no tocante às universidades federais. Uma proposta muito ambiciosa em termos de perfil desejado para os alunos, um corpo docente com pouca experiência de mercado e de didática, um corpo discente muito heterogêneo na sua formação básica e nas suas aspirações. Somente uma nova reforma universitária poderá realinhar as universidades federais compatibilizando meios com finalidades. Até então, um complexo sistema de compensações, improvisações e principalmente de esforços individuais e de grupos de docentes vai cumprindo precariamente as finalidades declaradas da Lei de Diretrizes e Bases da EducaçãoNacional [Lei no 9394 de 20 de dezembro de 1996] assim como de seus sucessivos Planos Nacionais de Educação e as necessidades imperiosas da sociedade e da nação brasileiras.

 

Ideias para uma reforma universitária (relativo às universidades federais):

 

 I Paradigmas distintos de universidades federais

Algumas universidades de excelência voltadas exclusivamente para pesquisa científica; universidades tecnológicas voltadas para a formação de tecnólogos e bacharéis industriais; universidades profissionais voltadas para a formação de professores, médicos, advogados, engenheiros; universidades temáticas e experimentais voltadas para experiências inovadoras e alternativas.

 

II Autonomia financeira

Regime de contrato de gestão entre cada universidade federal e a União. Folha salarial diferenciada de acordo com o potencial financeiro de cada órgão. Autonomia na captação de recursos sob a forma de prestação de serviços, doações, convênios, etc.

 

III Administração profissional

Comitê de busca para dirigentes máximos. Escolha indireta, fim de consulta direta para reitores, decanos e diretores. Carreira diferenciada para docentes e técnicos administrativos de acordo com os interesses e as disponibilidades orçamentárias.

 

IV Acesso, Permanência e Conclusão

Fim do exame vestibular único ENEM. Cada universidade define seu regime de acesso. Sistema de bolsas e acompanhamento para estudantes com algum tipo de restrição econômica, étnica, cultural, motora, psicológica. Sistema efetivo de orientação acadêmica da entrada até a conclusão do curso. Reduzir drasticamente a evasão e a retenção.

 

V Otimização de recursos

Incentivar  universidades de baixo desempenho, verificado segundo as avaliações da CAPES, a se associarem por decisão de seus CONSUNIs a universidades de bom desempenho e pertencentes à mesma região. A medida reduziria o número de cargos comissionados e fortaleceria em quantidade ou qualidade as IFES envolvidas.
 

Agosto de 2018

 

 

 

Carta Aberta aos Pré-Candidatos ao  Governo do Estado do Paraná

 

Clovis Pereira da Silva

 

Introdução

            O objetivo central deste texto é divulgar o baixo percentual de doutores titulados trabalhando no Sistema Público de Ensino Superior do Paraná, sugerir solução para o problema e recomendar aos pré-candidatos, para a eleição de outubro de 2018, ao governo do Estado do Paraná, que incluam em seus Planos de Governo, no tópico referente à CT&I e Sistema Público de Ensino Superior, um Plano de Política Universitária de Longo Prazo para o Paraná, como uma política de Estado e, que este plano contenha, dentre outros tópicos, um eficaz Plano Estadual de Capacitação de Docentes.

 

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junho de 2018

           

 

 

ALBERTO LUIZ COIMBRA

 

Luiz Adauto da Justa Medeiros*

Walcy Santos**

 

Faleceu dia 16 de maio de 2018, Alberto Luiz Coimbra, o idealizador da COPPE, originada na Escola Nacional de Química da Universidade do Brasil, na época situada no Campus da Praia Vermelha. Em 1964 foi transferida para a Ilha do Fundão. Neste local encontrou espaço e material humano para se transformar em uma renomada instituição de ensino e pesquisa em Engenharia como imaginou Coimbra.

 

Guilherme de La Penha e Leopoldo Nachbin planejaram, na COPPE, uma pós graduação denominada “Engenharia Matemática”, que não foi aceita na CAPES. Sugeriu então Coimbra, apoiado pelo decano do CCMN, Paulo Emídio Barbosa a transferência do programa para o IM-UFRJ. Submetido à CAPES, o programa foi credenciado como programa de pós graduação em Matemática do IM-UFRJ.

 

Desse modo, Guilherme de La Penha foi nomeado diretor e Luiz Adauto da Justa Medeiros como Diretor adjunto para graduados e pesquisa por 5 anos.

 

Este é o Instituto que temos hoje devido à visão construtiva de Alberto Luiz Coimbra.

 

Rio de Janeiro, 17 de maio de 2018

 

*Professor Emérito do IM

**Atual Diretora do Instituto de Matemática

 

maio de 2018

 

 

 

 

Os três "q´s" da formação universotária de jovens no Brasil:

Para quê, quem ensina, quem estuda

 

Luis Braga

 

Introdução

 

Quem ensina, quem estuda, para o quê? Sem ter a clareza sobre essas três dimensões em um processo educativo corre-se o risco de não entender o que está ocorrendo com a formação universitária dos jovens no Brasil. Mais de vinte anos após a lei de diretrizes e bases do ensino superior (LDB) e dez anos do Programa de Reestruturação da Universidade (REUNI) já se pode ter uma ideia da trajetória da universidade brasileira.

 

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maio de 2018

 

 

 Luis Paulo, Parabéns pela lúcida exposição sobre o tema. Ressalto que o grave problema do sistema universitário brasileiro é também pela incompetência e falta de visão de futuro dos gestores do mesmo. O Brasil não tem uma política universitária de longo prazo. O problema da endogenia ´recorrente. Há vários anos que tenho alertado, via artigos, os gestores das IFES para esse ´problema.

 

Clovis Pereira da Silva

 

 

 

 

 

Universidades de Excelência

 

Clovis Pereira

 

            O propósito deste texto é ressaltar o efeito que aconteceu em 2018, referente à causa que traduzimos pelo conjunto de: competência, perseverança, objetivos a serem atingidos em curto prazo, forte investimento financeiro continuado, metas, comprometimento com o país e dedicação, que foram praticados desde 2011 pelos gestores do sistema universitário do Reino Unido.

 

 

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fevereiro de 2018

 

 

 

 

Reflexões ulteriores sobre o Ajuste Justo (?) recomendado pelo

Banco Mundial para as universidades públicas brasileiras

 

Leandro Nogueira*

 

 

Introdução

 

Do governo que terceirizou o diagnóstico sobre os próprios gastos públicos

 

            O documento foi divulgado no final de novembro próximo passado, mas ainda poderá jogar em 2018 um bocado de lenha na fogueira onde deverão arder com maior intensidade os debates acerca das despesas públicas no Brasil.

 

            Sem embargo, cabe destacar de imediato, que o estudo do Banco Mundial-BM intitulado “Um Ajuste Justo – Análise da Eficiência e da Equidade do Gasto Público no Brasil”, foi encomendado a pedido do próprio governo brasileiro, mais precisamente no segundo mandato da presidente Dilma Rousseff, à época em que Joaquim Levy esteve ministro da Fazenda.

 

            Em meio a praticamente tudo o que foi escrito sobre o citado documento, seja na grande imprensa, mídias sociais e mesmo sob a forma de pronunciamentos acadêmicos, surpreende que uma linha sequer tenha sido dedicada ao fato de que o governo de um país com a proeminência geopolítica do Brasil, tenha inacreditavelmente recorrido ao BM, para de fato encomendar um diagnóstico acerca das despesas públicas para diversos setores implicados com o seu desenvolvimento social e econômico, que salvo mal-entendido, integram parte significativa do conjunto relativo às questões estratégicas de primeira ordem para o país.

 

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Fevereiro 2018

 

Comentários:

 

Leandro, Parabéns pelo texto no qual faz reflexões sobre o documento do Banco Mundial sobre gastos com o sistema universitário brasileiro. Documento encomendado pelo governo federal passado. Lamentavelmente a grande parte da população brasileira que vota, não consegue perceber a inutilidade e o perigo de ser eleito para o cargo de Presidente da República, uma pessoa sem a devida qualificação para o cargo. Como efeito dessa causa, temos as prisões de alguns desses elementos, além é óbvio do caos por eles implantados na economia, na indústria, na saúde, na educação, na segurança etc.

 

Clovis Pereira da Silva

 

 

Parabéns pelo minucioso e profundo texto sobre o financiamento e funcionamento do ensino superior no Brasil. Visando promover essa discussão encaminho algumas perguntas para o debate do dia 26 de fevereiro, às 23h, no “live”, no facebook (obsuni univ).

 

P1. Não é válido governantes, ou setores da sociedade consultarem organismos de outro país, ou mesmo internacionais para colher uma análise externa da realidade brasileira? Ou mais exatamente, quando isso é pernicioso, quando é virtuoso.

 

P2. A LDB faz uma divisão muito esquemática das instituições de ensino superior em apenas 3 grandes categorias – faculdades, centros universitários e universidades. Mundialmente observa-se diferentes tipos de universidades – universidade de excelência, universidade tecnológica, universidade singular, etc... Ao comparar as universidades privadas brasileiras (voltadas para formação profissional) com as universidades públicas (voltadas para atividades de pesquisa) não se está comparando duas categorias completamente distintas?

 

P3. É muito difícil construir a planilha de custos de uma universidade pública porque além das verbas orçamentárias, há também as verbas extra-orçamentárias, cada vez mais relevantes no equilíbrio orçamentário. A seu ver, isso é uma tendência, ou apenas um movimento circunstancial?

 

P4. Os egressos das universidades públicas e privadas parecem se destinar a nichos distintos do mercado de trabalho. Os oriundos do setor público ingressam em estatais e órgãos especializados do governo enquanto que aqueles do setor privado destinam-se ao mercado de serviços e indústria. Assim se justificaria a diferença entre os corpos docentes, nas públicas formado principalmente por pesquisadores, nas privadas por profissionais experientes. Ao querer se homogeneizar as duas categorias de universidade, corre-se o risco de não formar adequadamente nem para o setor mais científico do mercado, nem para o setor profissional. O que acha dessa visão?

 

P5. Parece que tanto o banco mundial, como o MEC (da era Lula-Dilma) cometem o mesmo erro (a meu ver) de homogeneizar as universidades. A visão de que a universidade é um instrumento de redenção e transformação social resultou nas políticas de inclusão e padronização das universidades – ENEM, SISU, REUNI, PROUNI, COTAS, etc...A consequência disso foi que as universidades privadas não subiram na escala de qualidade internacional e as universidades públicas brasileiras ficam cada vez mais para trás em relação às suas congêneres no mundo. Nesse quadro, o seu artigo demonstra que o pagamento de mensalidades nas universidades púlicas tem um efeito muito pequeno e acentua ainda mais o antagonismo entre cotistas não pagantes e não cotistas pagantes. A seu ver esse antagonismo pode se tornar visível? Os enfrentamentos entre grupos nas universidades poderia ter esse quadro como base econômica?

 

P6. O ensino a distância não é mencionado em seu texto, no entanto, hoje há mais vagas na modalidade EAD do que na presencial. Essa modalidade reduziu custos e ampliou a oferta de vagas, algo necessário conforme sua opinião e facilitou enormemente a vida do aluno. Problemas de convivência também seria minimizados com a oferta de cursos a distância. No entanto, as universidades federais não se destacam nessa modalidade. O que pensa a respeito?

 

Luis Braga

 

 

Fluxo da Educação Superior Brasil 2010-2015

Luis Braga

 

O INEP brindou os estudiosos da educação superior com mais uma publicação de dados relativos ao fluxo de estudantes nas instituições de ensino superior (IES) do Brasil (DEED 2017). As planilhas levantam dados dos alunos que ingressaram nas IES em 2010 e acompanham a situação desses alunos no tocante à permanência, conclusão e abandono até 2015.

Os três principais indicadores calculados são:

 

I - Taxa de Permanência (TAP): Percentual do número de estudantes com vínculos ativos (cursando ou trancado) ao curso j no ano t em relação ao número de estudantes ingressantes do curso j no ano T=2010, subtraindo-se o número de estudantes falecidos do curso j do ano T até o ano t (no máximo 2015).

 

II - Taxa de Conclusão Acumulada (TCA): Percentual do número de estudantes que se formaram no curso j até o ano t do curso j em relação ao número de ingressantes do curso j no ano T=2010, subtraindo-se o número de estudantes falecidos do curso j do ano T até o ano t (no máximo 2015).

 

III - Taxa de Desistência Acumulada (TDA): Percentual do número de estudantes que desistiram (desvinculado ou transferido) do curso j até o ano t (acumulado) em relação ao número de ingressantes do curso j no ano T=2010, subtraindo-se o número de estudantes falecidos do curso j do ano T até o ano t (no máximo 2015).

 

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Janeiro 2018

 

 

 

A Máquina de Aprender

Fernando Portela Câmara*

 

“O cérebro nada organiza, apenas atua; ele obtém informação e faz alguma coisa com ela.” Ross Ashby

 

A comparação entre cérebro e computador tornou-se inevitável dado o fato de que o computador tornou-se útil e necessário como substituto de algumas tarefas antes delegadas ao homem, para as quais o cérebro trabalha lentamente e é sujeito a erros frequentes, como os cálculos de alta precisão, tomadas de decisão em situações complicadas como estratégias de operações e de custos, gerenciamento de produção, etc. O cérebro, contudo, é rápido no domínio da percepção, e pode encontrar soluções para problemas complicados por via não dedutiva (não computacional), como nos exemplos eloquentes da teoria da evolução de Darwin, relatividade de Einstein, equação de Schrödinger, para citar algumas descobertas não obtidas por via lógico-dedutiva a priori, mas por algo que vagamente chamamos criatividade.

 

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Novembro 2017

 

 

 

Introdução à pedagogia neural. Como cérebros e máquinas aprendem

 

Fernando Portela Câmara*

 

A aprendizagem tanto em cérebros quanto em máquinas se dá por seleção de respostas adaptativas em reação ao meio. Toda aprendizagem é adaptativa, isto é, se dá por auto-organização, que leva à formação de repertórios com base na seleção da melhor resposta por tentativa e reforço seletivo. Na espécie humana, outro tipo de aprendizagem conhecida como aprendizagem por descrição, também é muito importante. Trata-se da aprendizagem por comunicação de informação de um organismo para outro (atualmente isto já acontece com máquinas, em menor grau), e do acesso a bancos de dados como bibliotecas, mídias, Internet etc. Este tipo de aprendizagem requer o uso de linguagem elaborada de conhecimento comum aos participantes.

 

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Novembro 2017

 

 

 

 

10 anos do GOLPE do REUNI na UFRJ,

a história da implantação do programa do governo Lula-Haddad na maior universidade do país

Série Especial preparada pelo Projeto OBSUNI

 

 

 

Toque de REUNIr*

Luis Braga


Antes mesmo do reinício (tardio) das aulas na graduação, os professores do Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza receberam via e-mail uma convocação da administração superior para discutir a proposta do Bacharelado (Interdisciplinar) em Ciências Matemáticas e da Terra. O curso faz parte do pacote aprovado em 25 de outubro de 2007 pelo CONSUNI, denominado Programa de Reestruturação e Expansão da UFRJ (PRE). Devido às resistências manifestadas pelo corpo social da universidade, a referência formal ao REUNI (1) foi retirada do documento final. Pelo mesmo motivo foi proposto um alongamento do prazo de discussão dos módulos II e III do processo de reestruturação, a saber: ciclos básicos por centro e bacharelados interdisciplinares. Apesar disto, a proposta, originariamente, apresentada pela Decania do CCMN foi classificada como curso novo, sendo mantida no Módulo I do PRE que se encontra presentemente em fase de formalização. Apresentamos em seguida alguns pontos polêmicos da proposta os quais contradizem as metas almejadas com a sua eventual realização.

 

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O abismo que nos protege*

Luis Braga

 


O atual Reitor da UFRJ, quando há alguns anos atrás, foi preterido na lista tríplice, buscou, a partir da ilegitimidade de seu oponente, inviabilizar a legalidade do mandato que lhe fora usurpado por decisão do Ministro da Educação. Não conseguiu, mas saiu da reitoria ocupada nos ombros dos estudantes, ladeado por dois cordões de policiais, ali colocados por ordem judicial. Perdera definitivamente a eleição, mas tornara-se o líder inconteste da comunidade da UFRJ.
Desde o ano passado, o Reitor parece querer trilhar o caminho inverso, de ilegalidade, em ilegalidade, terminará por perder a legitimidade. O ponto de inflexão deste comportamento se dá quando sobe a rampa do Planalto e declara apoio ao candidato à reeleição. Uma violação cabal do Estatuto do Funcionalismo Público. Neste instante, deixa de ser homem de estado, e torna-se homem de governo. E, é como homem de governo, que assina o Manifesto da Universidade Nova, sem que o Conselho Universitário da UFRJ tivesse se posicionado a respeito.
Mas é a partir da promulgação do Decreto do REUNI que as atitudes resvalam do partidarismo para o atropelo das normas legais. A reunião do dia 19 de Julho do Conselho Universitário que aprovou o relatório da Comissão criada para avaliar o PDE careceu das condições mínimas para que sua votação pudesse ser considerada válida, uma vez que o recinto do Conselho encontrava-se ocupado por ruidosos estudantes contrários ao projeto. À autoridade caberiam duas atitudes: ou suspendia a reunião, ou determinava a saída dos invasores. Não fez nem uma coisa, nem outra, insistindo para que os conselheiros remanescentes votassem naquelas condições que não permitiam sequer a verificação de quorum.

 

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REUNI invade de novo a pauta do CONSUNI*

Luis Braga

 

Mais uma vez o item REUNI provocou longos debates na reunião do Conselho Universitário (CONSUNI) desta Quinta-feira, dia 28 de junho, ocupando quase todo o tempo da reunião formal, e estendendo-se para depois das 15h por causa da longa lista de conselheiros inscritos para falar. Desta vez não houve presença maciça de estudantes, mas de funcionários, que lá estavam por outro motivo – encaminhamento de uma moção de apoio às suas reivindicações. Tampouco a ADUFRJ havia se manifestado, como tem sido usual ao final do expediente, nem havia ocorrido nenhum fato novo que provocasse tamanha polêmica. O item havia sido incluído na pauta para que se informasse ao Conselho os próximos passos após as sessões públicas da semana passada. O prof. Levi (Pró-reitor de Desenvolvimento) informou que o relatório preparado pela Comissão seria encaminhado aos Centros e Unidades para ciência e ajustes. Além disso estariam previstas três grandes audiências públicas para que a comunidade universitária pudesse tomar conhecimento mais amplamente dos projetos. E então, em setembro, os projetos seriam enviados ao MEC.

 

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O PDE não é só o REUNI!*

Luis Braga



Em 24 de Abril do corrente ano (2007) o governo federal lançou o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE). Compreende 28 ações que vão desde a instalação de energia elétrica nas escolas, passando pela distribuição de óculos até a fixação de recém-doutores. Dentre aquelas mais diretamente relacionadas ao ensino superior citamos além da que já foi mencionada – a duplicação de vagas no ensino superior público (REUNI), a expansão das atividades da Universidade Aberta do Brasil (UAB), a facilitação para contratação de docentes (Professor Equivalente) e a melhoria de condições de acesso a estudantes portadores de deficiências.

 

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REUNI ou DESUNI ?*

Luis Braga



A administração pública no Brasil é uma das maiores vítimas das lutas político-partidárias que se desenvolvem no país. Frequentemente vista como meio para alcançar determinados objetivos, sejam eles financeiros ou ideológicos, prima pela falta de continuidade e instabilidade. Diagnósticos, feitos sob medida para alçar aos céus uma nova rotina e curto-circuitar as existentes, se sucedem a uma velocidade que excede em muito o limite do bom senso. Esse processo barbárico é envolvido em um amplo esquema de marketing que estigmatiza qualquer crítica como conservadora ou ultrapassada. O Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), lançado pelo Governo Federal em abril deste ano, não foge à regra. Um enorme painel de programas que vão desde a instalação de energia elétrica nas escolas (1), passando pela distribuição de óculos, até a fixação de recém-doutores. É exatamente um dos programas do PDE, o Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (REUNI), criado pelo decreto presidencial 9.096, em 24 de abril de 2007, que está provocando muita inquietação entre os professores nos departamentos acadêmicos da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Ao indicar em seu Artigo 1o/ (2) as metas do programa, não deixa dúvidas sobre as condições que devem ser obedecidas, desqualificando-se, assim, as declarações suavizadoras de alguns dirigentes (3) empenhados em implantar o programa a qualquer custo. O Conselho Universitário da Universidade Federal do Rio de Janeiro (CONSUNI) aprovou uma resolução criando uma comissão de alto nível (4) que, corretamente, pretendia promover um debate sobre a propriedade ou não do REUNI e as linhas mestras a serem estabelecidas. Entretanto, a Portaria do Reitor (5) que formalizou a existência dessa Comissão alterou o seu caráter, o que foi denunciado pelo Prof. Roberto Leher em artigo recente (6).

 

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Wag the dog

Luis Braga

 

 

Vou entrar nesse debate sobre a participação brasileira na Olimpíada Internacional de Matemática recomendando não abanar o rabo e muito menos ser abanado por ele. Refiro-me ao artigo do Diretor do IMPA publicado na FSP, de 19 de agosto último, intitulado “A olimpíada de matemática no Brasil e por que o rabo não abana o cachorro”. A olimpíada internacional de matemática (IMO) é uma competição entre estudantes adolescentes e existe desde 1959, foi ganha pela China 19 vezes, pela Rússia 16 vezes e pelo EUA seis vezes, assim como a Hungria. Este ano a vencedora foi a Coreia do Sul que ganhou em 2012 e já foi vice-campeã duas vezes. A equipe brasileira ficou em 37º lugar. Em toda a sua existência o Brasil sequer chegou ao quarto lugar.

 

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Agosto 2017

 

 

 

 

 

Considerações sobre o Patrimônio Matemático Brasileiro

Clovis Pereira

 

Nos últimos anos a História da Matemática se constituiu em um dos instrumentos que se incorporou ao Movimento da Educação Matemática mundial. Esta e a História da Matemática no Brasil vêm sendo utilizadas em nosso país para garantir também uma melhor compreensão do conteúdo matemático ensinado aos estudantes, quer de graduação quer do ensino básico, e para que seja compreendida a trajetória de início, formação, consolidação e desenvolvimento do ensino e da pesquisa em matemática nas universidades brasileiras.

 

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​Junho 2017

 

 

 

 

 

 

Carta em Defesa da Universidade Brasileira

Clovis Pereira

 

O Presidente da CAPES, Prof. Dr. Abílio Baeta Neves, anunciou em conferência realizada em 03/05/2017, durante Reunião Regional da SBPC que aconteceu na URCA/CE, no período de 02 a 06 de maio de 2017, que em 2017 será divulgado pela CAPES um edital focado em programas de internacionalização de universidades brasileiras.

 

O objetivo do edital, segundo informou ainda o Presidente da CAPES, e que tem previsão de ser implantado a partir de 2018, é atender a até 40 programas que possibilitem uma ampliação do quadro de cooperação e inserção internacional das instituições de ensino superior e pesquisa no Brasil.

 

O propósito deste artigo é propor ao Presidente da CAPES reflexões sobre alguns pontos, que mencionaremos abaixo, antes da divulgação do edital com o foco acima mencionado.

 

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Maio 2017

 

 

O Partido da Ciência

Luis Braga

 

Se o século XX foi palco das disputas mais acirradas entre religiosos, cientistas e filósofos, então aguardem pelo século XXI. Em nome de uma filosofia – o marxismo, em 1917, derrubou-se um Czar, para dar início a uma série de regimes em todo o mundo que contrariaram as religiões assim como as ciências sociais, econômicas e biológicas. Em 1925, uma ideologia – o Nacional Socialismo dá sua arrancada para conquistar o poder na Alemanha e no restante do mundo, negando a antropologia e o legado humanista europeu. O século XX é marcado também pela filosofia liberal, criada no século XIX e continuamente aperfeiçoada, trazendo ora prosperidade, ora miséria. A Igreja Católica nunca recupera o seu antigo poder e luta para manter e conquistar fiéis, das heroicas batalhas e conquistas do passado restam o conflito localizado entre protestantes e católicos na Irlanda e as lutas da Teologia da Libertação na América Latina. Por outro lado, impulsionada pela riqueza do petróleo, a religião muçulmana se expande demograficamente e retoma a agressividade de outras épocas, a Europa Ocidental se vê sitiada por hordas de refugiados e ativistas islâmicos. A ciência e sua irmã mais nova – a tecnologia servem e são usadas por regimes mais ou menos democráticos. As tecnologias militar e de comunicações não conhecem limites na luta pelo controle de povos e territórios.

 

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Abril 2017

 

 

Pós Lato Sensu continua sendo a riqueza mais  bem irregularmente distribuída entre as IES*

Luis Braga

 

 

Pós lato sensu continua sendo a riqueza mais bem irregularmente distribuída entre as IES. No dia 29 de março último, a Proposta de Emenda a Constituição (PEC) que permitiria a alteração do Artigo 206 da Constituição Brasileira - liberando os cursos de pós-graduação lato sensu das instituições públicas de ensino da obrigatoriedade de gratuidade - não conseguiu os votos necessários para sua aprovação. É verdade que isso tem pouco efeito prático, porque as instituições públicas continuam a ofertar e cobrar por esses cursos desde sempre, apesar de algumas ações judiciais exigirem o respeito à Carta Magna.

 

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Abril  2017

 

 

Liga Sul de Universidades Brasileiras

Clovis Pereira

Este artigo reflete parte de nosso esforço no sentido de apresentar sugestões, à comunidade universitária brasileira, que agreguem soluções viáveis para a melhoria da qualidade do sistema universitário do Brasil. Com este propósito sugerimos a alguns gestores de universidades públicas (federais e estaduais) situadas na Região Sul do Brasil, o início de debates para aventar a possibilidade de formação da Liga Sul de universidades.

 

O propósito da Liga Sul será reunir um pequeno grupo das melhores universidades públicas da Região, para que, com a busca e com a obtenção da excelência possam ofertar bons cursos de graduação e bons programas de pós-graduação stricto sensu; produzam ciência e tecnologia exponencialmente desenvolvidas, e com o bom desempenho possam servir de inspiração ao Governo Federal, para a reconstrução do sistema universitário brasileiro. 

 

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Março 2017

 

 

As ameaças contra a autonomia universitária e a liberdade de (cátedra)

Luis Braga

 

Enquanto for autarquia, uma universidade federal  não tem autonomia financeira, goza de autonomia acadêmica na forma da lei, isto é, se decidir usar pessoas em experimentos médicos sem comissão de ética, se emitir diplomas sem comprovação de histórico, ou outras  transgressões do sistema legal será confrontada pelo poder judiciário por ação própria ou estimulada. Na condição de autarquia, seus funcionários docentes e técnicos integram o regime jurídico (único) estando, portanto, submetidos aos direitos e deveres dessa categoria. Essa personalidade dupla de autarquia e universidade livre sistematicamente gera conflitos entre a União (a mantenedora) e a Universidade (a mantida) a começar pela designação do seu dirigente máximo – o Reitor -  que na forma atual disputa uma eleição paritária que depois é maquiada para materializar uma lista tríplice cujo primeiro nome é o  de quem o Ministro da Educação “deve” nomear.

 

 

 

 

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Fevereiro de 2017

 

 

O fracasso do livre docente

Luis Braga

 

Quando se sabe que o autor do texto é um livre docente de filosofia tende-se mesmo a concordar com o título, não exatamente pelos mesmos motivos. Li o texto em um site da UNISINOS, depois percebi que saiu na Folha de São Paulo cujos proprietários fariam uma grande economia se passassem logo o controle do jornal para a Midia Ninja. Se a UERJ, quando tinha alguma verba e salários, estava frequentemente em greve, recurso usado à exaustão no setor público devido ao pouco caso das administrações federal, estadual e municipal, imaginem agora que os salários atrasam... 

 

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Janeiro de 2017

 

 

Uma Política Universitária para o Brasil II

Clovis Pereira

 

Introdução

 

            O objetivo deste artigo é reiterar, ao Governo Federal e à comunidade universitária brasileira, a sugestão que fizemos em artigo anterior com o mesmo título. Para acesso o artigo que contém diversos pontos e publicado em julho de 2016, veja Uma Política Universitária Para o Brasil.

 

            Para a elaboração de um planejamento estratégico que vise em longo prazo a construção de um novo e competitivo Brasil, necessita-se incluir também um plano para a reconstrução do sistema universitário; um plano que seja de boa qualidade, bem estruturado, abrangente e que também recomende a criação, em médio prazo, de algumas universidades de excelência mundial. 

 

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Janeiro de 2017

 

 

O pesadelo de Bresser

Luis Braga 

 

O ex-ministro da Administração Federal e Reforma do Estado(MARE) no governo FHC já foi a encarnação do mal para os sindicalistas docentes federais, agora é herói da resistência contra o golpe. Nada que surpreenda os observadores da política nacional. No período 1995-98, o governo buscou modernizar as estruturas da administração pública em consonância com o processo de privatização e dinamização da economia. Bresser tentou convencer os dirigentes e lideranças das universidades federais a aderirem ao regime das organizações sociais pautando-se por critérios de controle social, controle de resultados e competição administrada. Sem chance, responderam os sindicatos, sem chance, respondeu a oligarquia acadêmica.

 

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Janeiro de 2017

 

 

Assine essa petição mandando o seu nome cidade e país (caso não seja o Brasil) para obsuni@gmail.com ou para Contato nesse site

 

Por uma revisão do capítulo IV - Da Educação Superior, da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB - Lei no. 9.394/96),

e por um Plano de Política Universitária para o Brasil

 

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Os abaixo-assinados, membros da comunidade acadêmica brasileira, e membros da parte esclarecida da sociedade brasileira, pedem providências urgentes para o exposto em prol da melhoria da qualidade do sistema universitário brasileiro.

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Janeiro de 2017