DE (Dedicação Extemporânea)*
Tudo indica que o regime de Dedicação Exclusiva para os docentes das universidades federais está com os dias contados. A mudança faz parte de um pacote ainda em discussão com a ANDIFES que a SESU encaminhou no dia 12 de maio último. A questão central é a regulação dos projetos de prestação de serviços e atendem a Acórdão do TCU que enquadra as atividades das ditas Fundações de Apoio às universidades, muitas das quais se envolveram em rumorosos escândalos nos últimos anos. Mas a questão da reestruturação da carreira docente emerge em parte como conseqüência do
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Dois potes de ouro: um no início e outro no fim do arco-íris*
Basta de privilégios. A Universidade Pública Brasileira é para todos, é para o povo. Deixemo-lo entrar já! Professor Natalino Salgado Filho, reitor da UFMA
Formular objetivos plausíveis é condição necessária na administração pública. Austeridade e probidade são os esteios da sustentabilidade do orçamento da União. Não temos visto nem uma coisa, nem outra, nas ações do Poder Central, de uma forma geral, e em particular, na Educação.
A mais recente iNOVAção do Ministério da Educação é a intempestiva mudança das regras de
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ANDES-SN versus PROIFES*
A guerra entre o tradicional ANDES-SN e o Novato PROIFES continua ocorrendo em várias frentes: desde a permanente disputa eleitoral nas seções sindicais, como será o caso das eleições nos dias 20-21 de Maio, na Associação de Docentes da Universidade Federal do Ceará; à batalha jurídica pelo reconhecimento oficial como legítimo representante dos docentes, como foi o caso da audiência do dia 7 de Maio, na 16ª Vara do Trabalho em Brasília, DF, à qual só puderam estar presentes os advogados das partes.
Em Dezembro de 2003, o Ministério do Trabalho suspendeu o registro
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O Vestibular está nu*
No início era o verbo, e bota verbo nisso, o Ministro da Educação prometia a solução definitiva para o acesso às universidades públicas – uma prova única (em dois dias) concebida a partir do ENEM. A mudança tornaria o acesso mais democrático, pois permitiria a um aluno pobre do sertão concorrer a vagas nas melhores universidades do país. De quebra induziria o aprimoramento do ensino médio. No entanto a receptividade à idéia não foi tão imediata assim, os argumentos contrários iam desde a crítica à intempestividade da mesma, passando por efeitos colaterais - ao invés
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Unificação do vestibular e pluralidade
Professora Elisa Anhaia
Na condição de Professora do idioma espanhol, demonstro preocupação com as recentes notícias veiculadas em órgãos de imprensa referente à criação de uma prova unificada como forma de ingresso nas Universidades Federais, tendo em vista que estará desconsiderando peculiaridades regionais e não resultará em melhora do ensino no país. Além disso,essa medida está sendo imposta e lançada à sociedade de forma abrupta. Para que realmente se tenha uma mudança eficaz necessita-se diálogo com todos os setores educacionais
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